segunda-feira, 2 de junho de 2014

A mente do Poeta






Mente de poeta, mente de escritor, parece apenas que não há dor.
Mas só parece mesmo. Parece fácil. Parece poesia.
Mas é muito difícil.
Os pensamentos vem e vão, como as ondas inconstantes da maré suplicando por terra firme. Os sentimentos  muitos  em vão.  Nem tente ficar sã.
Se perde nas formas pela fumaça do ambiente.
É muito amor, são muitos os sóis a se pôr.
Aquela tarde que entra na fresta da porta pesada de madeira, o sol insiste em aquecer o pedacinho de chão. Ilumina seus pensamentos. Você encara, flashback.
É muita empatia, é muita simpatia, é pouca fantasia. Tudo em demasia.
A música que não sai do replay,  o telefone que nunca toca, então a gente só escreve.
Mente de poeta , vive a esquecer de permanecer alerta. Mente de escritor, talvez nunca se esqueça do amor, mas parece apenas que não há dor.
Pensamentos vem e vão. 

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