Texto do colega de RP Leonardo Marion que retrata a nossa experiência com a participação no projeto de extensão "O Profissional de Relações Públicas na Organização de Eventos do Agronegócio".
"Classes, cadeiras, cadernos, canetas, professor, alunos. Assim, com esses objetos e personagens, é que começa a ser construído o cenário para o aprendizado. Dentro da sala de aula, o professor dá a teoria, ensina o caminho para a construção do conhecimento, orienta, tira dúvidas… Enquanto o professor é o mestre, o aluno coloca-se como aprendiz.
Cenário pronto, personagens em suas marcações, e o espetáculo começa. Nessa relação professor-aluno, o aluno se põe em uma posição, digamos assim, de uma certa passividade, ficando a maior parte do tempo teorizando. Porém, não existe emoção maior do que sair a campo.
É além das quatro paredes de uma sala de aula que o conhecimento realmente se efetiva. É nesse momento que tudo aquilo que aprendemos em sala de aula é posto em prática; onde as teorias podem ser experienciadas, saindo da atmosfera do abstracionismo que as circunda e tornando-se sólidas, palpáveis.
A emoção de passar do papel do co-protagonista para protagonista único é singular. No ambiente do trabalho real é, literalmente, “luz, câmera e ação, muita ação”; e é com uma câmera em mãos, caderno, caneta e notebooks – pois um estudante de comunicação que se preze nunca está sem, no mínimo, um caderno e uma caneta – que universitários dos cursos de jornalismo, publicidade e propaganda e relações públicas têm passado esta semana, desde terça-feira, dia 24.
Em um evento do agronegócio que acontece de 25 a 29 de maio em Tupanciretã, a 56ª Expotupã e 7ª Expocultura, esses estudantes estão praticando o que aprenderam em sala de aula. Prestando um trabalho de Assessoria de Comunicação para o Sindicato Rural de Tupanciretã, Jari e Quevedos, os jovens estão exercitando suas técnicas como entrevistadores, redatores, relações públicas e publicitárias. Oportunidades como esta devem ser aproveitadas sem pensar muito, afinal, como diz o ditado, e aproveitando nosso clima rural, “um cavalo encilhado não passa duas vezes”; então, montemos cada um em seu cavalo e saiamos galopando em direção àquilo que queremos: a nossa realização enquanto acadêmicos e, futuramente, nosso sucesso como profissionais competentes, gabaritados para tal função e, principalmente, com experiência de campo, pois já teremos realizado um ótimo laboratório.
Assim como essa oportunidade, esperamos que tenhamos muitas outras, e agradecemos à nossa professora orientadora, Elisa Lübeck Terra, que tem nos proporcionado situações que cada vez nos agregam mais conhecimento e “jogo de cintura”, pois, como ela sempre nos diz, “sejam sempre elegantes”. A ela, resumimos todas as mais belas palavras e nossa gratidão em um singelo muito obrigado."
